domingo, 19 de março de 2023

PROTEJA SUAS EMOÇÕES

 Dica do dia ! 

PROTEJA SUAS EMOÇÕES

Segundo AUGUSTO CURY:

• Submeter a emoção ao gerenciar do EU;

• Ser livre para sentir, mas não prisioneiro(a) dos 

Sentimos;

• Gerenciar os focos de ansiedade;

• Dar um choque de lucidez em seus medos,

 angústias, ansiedade, humor triste, agressividade,

 impulsividade e dependência;

• Desenvolver solidariedade, altruísmo, tolerância - 

capacidade de se colocar no lugar do outro;

• Preservar a juventude no único lugar em que não

 é admissível envelhecer: no território da emoção. 

Registro: Suely Spínola ...



sábado, 24 de junho de 2017


https://www.facebook.com/ministeriodaeducacao/

Como desenvolver o sentido do texto?
     Quando falamos em leitura, estamos focando no leitor indicado nos Parâmetros curriculares Nacional-PCNs (BRASIL,1998): o leitor competente. Segundo os PCNs, este leitor é capaz de selecionar textos que atendam aos seus desejos e necessidades,realizando com eles, de forma autônoma, um trabalho ativo de compreensão e interpretação de forma tal que ele põe em jogo tudo que sabe para descobrir o que não sabe. Então diante dessas asserções, o que é a leitura?
     A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seus conhecimentos sobre o assunto, sobre o autor, de tudo que sabe sobre a linguagem etc. Não se trata de extrair informação, decodificação letra por letra, palavra por palavra. trata-se de uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante de dificuldades de compreensão, avançar na busca de esclarecimentos, validar no texto suposições feitas (BRASIL, 1998,p. 69-70). 

Observação
     A proficiência da leitura é a principal  causa das dificuldades  dos alunos em interpretarem e produzirem textos.  A   maioria  não
"gostam de ler", se não há interesse pela leitura como superar essas "deficiências"? É necessário intervenções que demonstrem a real importância dessa aquisição que depende exclusivamente do indivíduo. 
Suely Spínola

                                             
       

O Sujeito Leitor e autor do seu próprio texto / resumo


     A importância da leitura, para tanto veremos que não existe um sujeito autor do seu próprio texto se ele não for leitor. Isso posto, enfatizaremos o trabalho integrado: leitura, produção textual e análise linguística, pois a partir do momento em que o aluno sabe usar os recursos linguísticos-discursivos ele verá que a produção de sentidos do texto está atrelado a esse processo de seleção lexical.
     Diante do exposto, é pertinente lembrarmos que vivemos em uma sociedade letrada, na qual dominar a leitura e reconhecer os sentidos do texto é sinônimo de poder. O que faz com que consigamos compreender os efeitos persuasivos presentes em: outdoor, propaganda, revistas ou televisão? Como decifrar a intenção de um discurso político, governamental, religioso ou mesmo familiar? Através de uma excelente leitura. Em outras palavras, estamos querendo chamar a sua atenção para o fato de que o que nos faz ler e construir significados dependerá da nossa capacidade de compreender ou não  esses textos.


     


Mais Gramática 

Frase é toda palavra ou conjunto de palavras capaz de transmitir uma mensagem 
e estabelecer uma comunicação.

Período é a frase que apresenta verbo/ Os períodos são formados por orações.

Oração é a frase ou parte da frase que se organiza em torno de um verbo.

Lembre-se ainda de que usamos frases com diversas com diversas finalidades: Perguntar, informar, relatar, definir, ordenar, exprimir surpresa etc.e que dependendo da intenção do falante, as frases se classificam em:

Declarativa - utilizadas para informar, opinar, definir e relatar.

EX. a) O prédio está pegando fogo.
        b) Os bombeiros ainda não chegaram.

Interrogativa - utilizada para fazer uma pergunta.

EX.  a) Quando começou o incêndio?
         b) Por que você não chamou os bombeiros?

Imperativa - utilizada para exprimir ordem, conselho ou solicitação.

EX.  a) Chamem os bombeiros.
         b) Não se aproximem do fogo.

Exclamativa -  utilizada para exprimir espanto, admiração, surpresa.

EX.  a) Que tragedia!
        b)  Não acredito no que aconteceu!

Atenção!
Note que qualquer tipo de frase pode exprimir uma afirmação ou 
negação.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Linguagem verbal e não verbal



  Linguagem Verbal e linguagem Não Verbal

               Todo texto é um enunciação, isto é, uma manifestação expressa, com ou sem palavra, com significado. Daí podemos falar em linguagem verbal e linguagem não verbal.

          Linguagem verbal é a que utiliza outros códigos a línguagem, oralmente ou por escrito.

          Linguagem não-verbal é a que utiliza outros códigos, diferentes da palavra. Pode ser a cor, a forma, o movimento etc.





quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Inglês sem fronteira




http://caminhodeoportunidades.mec.gov.br/

‪#‎Enem‬ ‪#‎CaminhoDeOportunidades‬ ‪#‎dicasENEM‬

domingo, 5 de outubro de 2014

Tirinha para produção textual



Tirinha para produção textual














Atividade de leitura e interpretação textual 5º ano

Escola:______________________________Data:___/____/______
Professor:______________________Turma______Turno:_______
Aluno(a):_______________________Discipina:_______Ano:____


Atividade para o 5º Ano

TÓPICO I – PROCEDIMENTOS DE LEITURA
          Este tópico agrega um conjunto de descritores que indicam as habilidades linguísticas necessárias à leitura de textos de gêneros variados. O leitor competente deve saber localizar informações explícitas e fazer inferências sobre informações que extrapolam o texto. Deve identificar a ideia central de um texto, ou seja, apreender o sentido global e fazer abstrações a respeito dele. Deve também perceber a intenção do autor, saber ler as entrelinhas e fazer a distinção entre opinião e fato. Deve, ainda, saber o sentido de uma palavra ou expressão pela inferência contextual.
          Este Tópico abrange os descritores a seguir: D1, D3, D4, D6 e D11.

D1 - Localizar informações explícitas em um texto.
          Por meio desse descritor, pode-se avaliar a habilidade do aluno encontrar o que está enunciado claramente na superfície do texto. Embora pareça tratar-se de uma habilidade muito simples, ela vai se tornando complexa à medida que a informação solicitada estiver em partes do texto de mais difícil compreensão.
          Essa habilidade é avaliada por meio de um texto-base que dá suporte ao item, no qual o participante do teste é orientado a localizar as informações solicitadas seguindo as pistas fornecidas pelo próprio texto. Para chegar à resposta correta, o participante do teste deve ser capaz de retomar o texto, localizando, dentre outras informações, aquela que foi solicitada.

Leia o texto abaixo para responder a questão 01.
O sanfoneiro só tocava isso!
Geraldo Medeiros e Haroldo Lobo
O baile lá na roça foi até o sol raiar
A casa estava cheia, mal podia se andar.
Estava tão gostoso aquele reboliço,
Mas é que o sanfoneiro só tocava isso!
De vez em quando alguém vinha pedindo pra mudar,
O sanfoneiro ria, querendo agradar,
Mas parece que a sanfona tinha qualquer enguiço,
É que o sanfoneiro só tocava isso!
Fonte: http://www.poesiasefrases.com.br/o-sanfoneiro-so-tocava-isso/

QUESTÃO 01 (SAEP 2012)
Segundo o texto, a sanfona parecia com defeito porque
(A) o sanfoneiro sempre tocava a mesma música.
(B) o sanfoneiro ria, querendo agradar.
(C) a casa estava cheia e tinha muito reboliço.
(D) o baile na roça foi até o sol raiar.

Faça a leitura do texto a seguir:

A raposa e a cegonha (Fábulas de Esopo.)

          A raposa sabida resolveu, em um belo dia, convidar a comadre cegonha para jantar em sua toca. Querendo pregar uma peça na cegonha, serviu uma suculenta sopa num prato raso.
          Como era de se esperar, a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre da cegonha, com seu bico comprido, mal pode tomar uma gota. Ainda que morta de fome, a cegonha não disse nada. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava do gosto da cegonha, mas ela nada falou. Agradeceu a gentileza da raposa e ainda a convidou para um jantar no dia seguinte em sua casa. Fazia questão de retribuir a gentileza da comadre raposa.
          No outro dia, na casa da cegonha, assim que chegou a raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra iria servir. O jantar veio para a mesa numa botija alta de estreito gargalo onde a cegonha podia beber sem o menor problema.
          A raposa, amoladíssima, só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Com mais fome do que vergonha, ela aprendeu muito bem a lição e, enquanto ia andando para casa, pensava: “Não posso reclamar da comadre cegonha, ela me tratou da mesma maneira que a tratei”.

Moral da história: Não faça ao outro aquilo que não quer que lhe façam.

QUESTÃO 02 (SAEP 2013)
A disputa está clara nessa fábula. Há um momento em que a cegonha quer “dar o troco” na raposa. A frase que demonstra claramente essa ideia é

(A) “A raposa fingiu que estava preocupada”.
(B) “assim que chegou, a raposa se sentou lambendo os beiços...”
(C) “Fazia questão de retribuir a gentileza da comadre raposa”.
(D) “O jantar veio para a mesa numa botija”.

Leia o texto para responder a questão a seguir:

O elefantinho
Onde vais elefantinho?
Correndo pelo caminho,
Assim tão desconsolado?
Andas perdido bichinho?
Espetaste o pé no espinho?
O que sentes pobre coitado?
– Estou com um medo danado.
– Encontrei um passarinho.

MORAES, Vinícius de. A Arca de Noé: poemas infantis. São Paulo: Cia das Letras, p.36.

Faça a leitura do fragmento do conto abaixo.

A princesa e o grão de ervilha
Era uma vez um príncipe que desejava para esposa uma princesa, mas devia ser uma verdadeira princesa. Viajou, pois, por todo o mundo para achá-la. Princesas é o que não faltavam, mas todas tinham os seus defeitos. Voltou para casa triste e desanimado. Desejava tanto encontrar uma verdadeira princesa!

QUESTÃO 03 (Prova da Cidade - 2010)
O elefante estava correndo porque

A) espetou o pé no espinho e sentia dor.
B) estava com medo de um passarinho.
C) estava procurando um bichinho perdido.
D) ficou perdido e desconsolado.

FONTE: Sistema de Avaliação Educacional de Palmas.



TV Escola - O Canal da Educação


Chamada A Última Guerra do Prata - Episódio 4


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Leitura e interpretação textual de história


Escola: ____________________________________ Data:____/___/_____
Professora: ____________________________ Disciplina:______________
Aluno (a): ____________________________Ano :_____ Turno:_________
Atividade
Vamos ler
Quem manda?
          Uma das maiores ambições do ser humano é poder mandar. Mandar na empregada, mandar no chefe, mandar no irmão, mandar no funcionário público.
          No começo de tudo, quando as pessoas se multiplicaram, elas perceberam que era necessário ter um líder para organizar a comunidade. E como organizar sem mandar? Choveram candidatos?
          Foi assim que apareceu o primeiro rei da história da humanidade, O Rei Saul, coroado nos tempos bíblicos. Depois veio o Rei Davi... Depois a rainha Elizabete.
          Houve um tempo em que todo mundo tinha um rei, mas, depois, surgiram outras formas de governos, como presidencialismo.
          O presidencialismo é a forma de comandar o nosso país. Nós, por meio da democracia, escolhemos um presidente para governar. Durante quatro anos ele fica no governo tomando decisões juntamente com o senador e com assembleia  legislativa (formados por senadores e deputados federais respectivamente), mandando e se justificando: “Não se pode agradar a grego e troianos”.

De  acordo a leitura e os nossos conhecimentos, responda as questões:

1-Qual foi a primeira forma de governo que existiu?
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2-Por  que foi necessário eleger o primeiro rei?
_______________________________________________________________
3-Em sua opinião, as pessoas têm mesmo essa vontade de mandar? Por quê?
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4- Faça uma  pesquisa  para  descobrir  mais  sobre  a  formas  de  governo  que  existem, a forma como eles funcionam e onde podemos encontra-las.
                                       
                                            Presidencialismo
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5-Quem ajuda o presidente a governar?
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6-Faça uma pesquisa sobre o que o presidente não pode fazer.
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7-Vamos pesquisar mais: A sala precisa ser dividida em grupos. Cada grupo vai escolher um partido político brasileiro para estudar sua história, sua ideologia, seus principais projetos para o país e seus principais representantes.
Visite a sede dos partidos na cidade, faça entrevista com os presidentes. Monte um texto para expor para a turma, explicando tudo.
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Consu    Consulte o dicionário as seguintes palavras:
Presidencialismo=_______________________________________________
______________________________________________________________
______________________________________________________________

Monarquia=____________________________________________________
______________________________________________________________
______________________________________________________________

Parlamentarismo=_______________________________________________
______________________________________________________________
______________________________________________________________

Fonte:Eja 

Operações com divisões



Escola: ____________________________________ Data:____/___/_____
Professora: ____________________________ Disciplina:______________
Aluno (a): ____________________________Ano :_____ Turno:_________
Atividade
Todos os números abaixo são divididos por um mesmo numeral. Tente Descobrir quais são:
       
            45


            120

          155

           205

Todos esses números podem ser divididos por_________________________________
 
            100


           212

          488
  
        950

Todos esses números podem ser divididos por_________________________________

              54


             63

          156

          249

Todos esses números podem ser divididos por_________________________________

            150


             304

           546

             744

Todos esses números podem ser divididos por_________________________________

           305


            450

           470

          900

Todos esses números podem ser divididos por_________________________________

           88


          456

          654

          955


Todos esses números podem ser divididos por_________________________________

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Texto sobre



 O ambiente de aprendizagem

Para obter êxito na tarefa de ensinar crianças, é importante instaurar em sala de aula um clima que vá ao encontro desse propósito. Para tanto, o ambiente em que se dará as intenções professor-aluno e aluno-aluno precisa ser cuidadosamente preparado.
As sugestões a seguir têm o objetivo de colaborar com essa condição.
·         Promover atividades em que ler e escrever façam sentido, ou seja, que os alunos possam relacionar essas habilidade com o seu cotidiano.
·         Montar a biblioteca da sala, contendo livros e outros materiais de leitura.
·         Permitir aos alunos que escolham suas leituras e leiam os textos em duplas ou sozinhos, silenciosamente. Nessas ocasiões, o professor também deve ler.
·        Organizar atividade cujo objetivo seja ler para as crianças (hora da história / hora da notícia etc.)
·         Criar situações em que os aprendizes possam manifestar seus pontos de vistas, relatar suas experiências, enfim, escutar e ser escutados.
·         Preparar atividades em que se vivenciem brincadeiras, o conto, a dança, a dramatização, os jogos ao ar livre, os trabalhos artísticos (pinturas, colagens, modelagens, esculturas com sucatas etc.)
·         Planejar atividades que ocorram fora dos limites da escola (passeios pelas ruas visitas a museus, teatros, fábricas, estabelecimentos comerciais, zonas rurais etc.).
 Quanto à sala de aula propriamente, a disposição das carteiras deve proporcionar o trabalho em grupo. As paredes podem ser utilizadas para expor os trabalhos das crianças, além de vários outros recursos que o professor julgar conveniente: cartazes etiquetas, textos transcritos etc.
Língua Portuguesa: A escola é nossa

quinta-feira, 15 de maio de 2014

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DE PORTUGUÊS 1º e 2 º bimestre



   
   CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS   DE PORTUGUÊS
DISCIPLINAS
1º BIMESTRE
2º BIMESTRE











LÍNGUA
PORTUGUESA
Leitura e interpretação iconográfica e textual
Texto argumentativo
Produção textual
Leitura e interpretação de texto
Tonicidade
Classes de palavras e concordância
Produção de texto
Monossílabos átonos e tônicos
Pronomes
Tipos de pronomes (pessoais, demonstrativos, de
tratamento, indefinidos, e relativos)
Produção de texto
Regras de acentuação de oxítonas e paroxítonas
Uso do pronome
Verbo
Classe gramatical
Leitura e interpretação textual
Tipos de substantivos (concretos, abstrato, comum, próprio e
coletivo)
Acentuação das oxítonas e das paroxítonas
Produção textual
Concordância verbal
Produção textual
As palavras trás, traz, atrás, tem, têm
Acentuação das paroxítonas
Advérbios e locuções adverbiais.
Produção textual
Acentuação do hiato e abreviatura das unidades de medida.
Gramática: Numera

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Atividades de leitura e interpretação textual. Para jovens e adultos


  Escola:_________________________________________Data:___/___/_____
  Professora:_____________________________________Série:_____________
 Aluno(a):______________________________Turno:_______Turma:_________

Atividade Iº bimestre
Leitura
O macaco e o boneco de cera
          Era uma vez uma velha que tinha uma quitanda onde vendia bananas e as bananas sumia sem ninguém comprar.
          A velha, furiosa, desconfiou do macaco e arranjou um meio de pegar o freguês que levava sem pagar.
          Então, fez um boneco de cera, que até parecia gente colocou-o num tabuleiro cheio de bananas maduras e se escondeu, esperando.
          Chegou o macaco todo fagueiro e, vendo o boneco, pediu:
          - Me dê bananas moleques.
 Mas o boneco não respondeu. E o macaco insistiu:
          - Se não me der uma banana lhe dou um tapa.
 O boneco continuou calado.
           O macaco deu o tapa, ficou com a mão presa no boneco de cera e começou a reclamar:
            - Moleque, solta a minha mão, se não lhe dou outro tapa.
             Com as mãos presas, o macaco esperneava:
             - Moleque, solta minhas mãos, senão lhe dou um pontapé.
             - O boneco continuou  calado.
             - Ah! Não vai soltar  não, é?  - Gritou o macaco. Então, pontapé.
             E assim, o macaco ficou preso no boneco de cera.
            A velha veio de lá e disse.
            - Então era você quem comia minhas bananas, hei? Agora, você vai virar macaco amassado.
            O macaco, assustado, pediu:
             - Não me amasse, não porque dói, dói, dói...
             - Não me amasse, não porque dói, dói, dói...
             A velha não estava pra conversa, amarrou o macaco numa cadeira, enquanto ele gritava:
             - Tou  preso, iaiá tou preso...
             Tou preso...
             Tou preso numa cadeira me solte... me prenda na bananeira!
             Dizem que o macaco escapuliu pro mato porque a cera escorregava nas mãos da velha...
             Outros contam que a velha fez guisado de macaco...
             O certo é que até hoje macaco gosta de banana e quando se lembra de cera faz cada careta!
             E sai por ai, a pular e cantar:
             - Qui, qui, qui, qui, qui, qui
             Qui, qui, qui qui, qui, quiu
             A velha prendeu o macaco. E o macaco escapiliu.
  
Betty coelho Silva. Foi um dia, um dia foi: histórias populares do jeito que eu conto.
Aparecida do Norte (SP): Editora Santiago, 1992. p. 19-2.

1-      Responda oralmente.
·        É provável que  a dona da quitanda tivesse vários fregueses. Em sua opinião, por que ela desconfiou justamente do macaco?
·        O que você achou da ideia que dona da quitanda  teve para pegar o macaco?
·        Em sua opinião, o que aconteceu com o macaco: foi para o mato ou virou guisado?
2-      No texto, o macaco realiza uma série de ações. Veja algumas.

Deu um tapa
  
   
esperneava
           
          Escreva mais uma ação praticada pelo macaco.
____________________________________________________________________________________________________________________________________________
3-      O macaco é personagem   do texto. Ele participa da história praticando uma série de ações.
Sabendo disso, responda as questões.
a)      A dona da quitanda também é personagem do texto?______________________
b)      Relei a história e encontre uma ação praticada pela dona da quitanda. (registre)
______________________________________________________________________
c)      Um dos personagens do texto pratica a ação de cantar. Que personagem é esse?
______________________________________________________________________
4-      De que maneiras são indicadas, no texto, as falas dos personagens?
______________________________________________________________________
5-      O narrador ( Aquele que conta a história ) pode contar os acontecimentos participando ou não deles. Na história que você leu, o narrador participa dos acontecimentos? Converse com os colegas como é possível chegar a essa conclusão.
6-      Releia um trecho do texto.


“ E assim, o macaco ficou preso no boneco de cera”.

Dos termos a seguir, assinale aquele que poderia substituir a palavra assim nesse trecho, sem alterar o sentido da frase.
a)      ao contrário                   b) desse modo              e) por pouco
7-      No texto, o macaco diz:

“ – Não me amasse, não porque dói, dói, dói...”


    Você saberia explicar por que ele teria repetido três vezes a palavra dói?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________
8-      Releia outro trecho do texto.

“ A velha não estava pra conversa...”


 A expressão em desta que  a velha estava:
a)      Feliz e com paciência                        b) Irritada e sem paciência
9-      Releia uma fala do macaco.

“ Ah! Não vai soltar não, é?

Que palavras não poderia substituir o termo em destaque, pois daria um sentido contrario as ideias da frase: libertar ou prender?
____________________________________________________________________
As palavras soltar e prender são antônimos.

Antônimos são palavras que apresentam sentidos contrários,oposto.

Fonte: Coleção É Bom Aprender ( Educação de Jovens e adultos )