sábado, 23 de março de 2013
A Verdadeira História da Páscoa
A Páscoa
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre
as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos
atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado
como Paska. Porém
sua origem mais remota é entre os hebreus,
onde aparece o termo Pesach,
cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir
que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de
anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre
elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês
de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época
das flores.
Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de
extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em
função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de
alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus,
esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo
do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes
vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro
Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo
Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os
judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a
rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre
os cristãos
Entre os primeiros cristãos,
esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua
alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo
seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos,
a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem
início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do
coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está
simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal
representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes
quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de
preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice
de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho
representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a
reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no
significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de
uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também
estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
as datas
comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta
comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem
religiosa que vem do latim Pascae.
Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado
como Paska. Porém
sua origem mais remota é entre os hebreus,
onde aparece o termo Pesach,
cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir
que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de
anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre
elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês
de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época
das flores.
Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de
extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em
função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de
alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus,
esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo
do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes
vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro
Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo
Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os
judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a
rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre
os cristãos
Entre os primeiros cristãos,
esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua
alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo
seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos,
a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem
início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do
coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está
simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal
representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes
quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de
preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice
de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho
representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a
reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado
judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida
nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste
contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Fonte: Sua Pesquisa.com /
WWW.conhecimentoeducacao.blogspote.com.br
domingo, 17 de março de 2013
Conteúdos programáticos I unidade – 9º ano Português
Conteúdos programáticos
I unidade – 9º ano Português
1 - Reflexão linguística
2 - Revisões por período composto por
coordenação
3 - Revisões por período composto por
coordenação e subordinações
4 - Orações subordinadas reduzidas e
desenvolvidas e efeitos de sentido
5 - Literatura
6 - Leitura e interpretação de texto
7 - Roda de leitura
8 - Projeto de leitura
II unidade
1 – Orações subordinadas
substantivas,subjetivas,objetivas diretas e objetivas indireta
2 – Orações subordinadas substantivas,completivas
nominais,predicativas e apositivas
3 – Indeterminação do sujeito e seus efeitos de
sentido
4 – Pronomes relativos
5 – A importância dos pronomes
6 – Literatura
7 – Leitura e interpretação de texto
8 – Roda da leitura
9 – Projeto sobre meio ambiente
III unidade
1 – Orações subordinadas adjetivas:
generalização e especificações
2 – Orações subordinadas adverbiais, temporais, condicionais,
casuais e consecutivas
3 – Concordâncias verbais
4 – Concordância nominal, redação, crônica e
artigo de divulgação cientificas
5 – Literatura
6 – Leitura e interpretação de texto
7 – Roda de leitura
8 –
Projeto de educação sexual e adjetiva
IV Unidade
1- Variação linguística
2 – Escritura das palavras: radical afixo
3 – Escritura das palavras desinencial vogal
temática, consoante, vogal de ligação
4 – Literatura
5 – Leitura e interpretação de texto
6 – Roda da leitura
7 – Projeto valores referenciais e referencias
afro descendente
Programa de Afiliados - Cursos 24 Horas
http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao80908
sábado, 16 de março de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
CURSOS 24 HORAS
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Vygotsky
Matéria da NOVA ESCOLA / Vygotsky
Quando viveu Vygotsks
De 1896 a † 1934
Onde nasceu
Orsha, antiga Bielo-Rússia
Lev Vygotsky
A obra do psicólogo ressalta o papel da escola no desenvolvimento mental das crianças e é uma das mais estudadas pela pedagogia contemporânea
O Papel do Adulto
Todo aprendizado é necessariamente mediado - e isso torna o papel do ensino e do professor mais ativo e determinante do que o previsto por Piaget e outros pensadores da educação, para quem cabe à escola facilitar um processo que só pode ser conduzido pelo próprio aluno. Segundo Vygotsky, ao contrário, o primeiro contato da criança com novas atividades, habilidades ou informações deve ter a participação de um adulto. Ao internalizar um procedimento, a criança "se apropria" dele, tornando-o voluntário e independente.
Desse modo, o aprendizado não se subordina totalmente ao desenvolvimento das estruturas intelectuais da criança, mas um se alimenta do outro, provocando saltos de nível de conhecimento. O ensino, para Vygotsky, deve se antecipar ao que o aluno ainda não sabe nem é capaz de aprender sozinho, porque, na relação entre aprendizado e desenvolvimento, o primeiro vem antes. É a isso que se refere um de seus principais conceitos, o de zona de desenvolvimento proximal, que seria a distância entre o desenvolvimento real de uma criança e aquilo que ela tem o potencial de aprender - potencial que é demonstrado pela capacidade de desenvolver uma competência com a ajuda de um adulto. Em outras palavras, a zona de desenvolvimento proximal é o caminho entre o que a criança consegue fazer sozinha e o que ela está perto de conseguir fazer sozinha. Saber identificar essas duas capacidades e trabalhar o percurso de cada aluno entre ambas são as duas principais habilidades que um professor precisa ter, segundo Vygotsky.
Concordo plenamente com Vygostsky, o professor tem o papel de instigar o aluno na busca de novos conhecimentos e ser mediador nesse processo.
Expansão
dos horizontes mentais
Como
Piaget, Vygotsky não formulou uma teoria pedagógica, embora o pensamento do
psicólogo bielo-russo, com sua ênfase no aprendizado, ressalte a importância da
instituição escolar na formação do conhecimento. Para ele, a intervenção
pedagógica provoca avanços que não ocorreriam espontaneamente. Ao formular o
conceito de zona proximal, Vygotsky mostrou que o bom ensino é aquele que
estimula a criança a atingir um nível de compreensão e habilidade que ainda não
domina completamente, "puxando" dela um novo conhecimento.
"Ensinar o que a criança já sabe desmotiva o aluno e ir além de sua
capacidade é inútil", diz Teresa Rego. O psicólogo considerava ainda que
todo aprendizado amplia o universo mental do aluno. O ensino de um novo
conteúdo não se resume à aquisição de uma habilidade ou de um conjunto de
informações, mas amplia as estruturas cognitivas da criança. Assim, por
exemplo, com o domínio da escrita, o aluno adquire também capacidades de
reflexão e controle do próprio funcionamento psicológico.
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